domingo, janeiro 16, 2011

Poizia hérpica

Depois de tervus dado a cunhesser o "Puema icunómico", e pra que não penseis-des que o Perufeçor é pueta dobra única, aqui vos amostro a primeira estorfe de um puema hérpico que o Perufeçor vai excrever nazoras vagas do segundo mandá-to.


Os Economíades - Canto I

1
As casas e os papéis assinalados,
Que da acidental folha Balsemana,
Por bancos nunca de antes empenhados,
Passaram ainda além do pobre Obama,
Com amigos da pátria dedicados,
Duas vezes nascido em forma humana,
E entre gente ingrata edifiquei
Novo Estado, a que tudo dediquei; 

O Perufeçor

1 comentário:

pling a lot disse...

Poema económico

Pergunto ao Bento que passa
notícias do TEU PÁ IZ
e o Bento cala A deZ graça
o Bento nada Te diz.

PerguntO À fÉ eM MI
QUANTO É QUE ME PAGAS.
E A FÉ não me DÁ UM PI
dÁ-ME COM UM PÉ NAS NALGAS.

Levam sonhos deixam mágoas
MILITARES do meu país
não bebemos mais que águas
JÁ BENDEMOS OS VInis.

Se o verde papel NÃO BOTAS
pede AO MENOS EMPRESTADO
SE O MILITAR NÃ TEM notas
BAIS ACABAR FUZILADO

Pergunto ao SARgentO que passa
se minha fiLha LHE DÁ TeSão.
PORQUE QUEM NÃ TEM MASSA
OU DÁ FILHA Ô DÁ PÃO.

Vi florir os grandes bancos
direitos e ao céu voltados.
E a quem TEM amigos MANCOS
vi sempre os bolsos vIRAdos.


E o Bento não diz nada
ninguém diz nada de novo.
É sempre A TROIKA AIRADA
SENTADA No banco do povo.


Vi INIMigos partir
prà cadeia, prà europa
vi minha pátria florir
com DINHEIRos prà tropa.


A TROPA ESTÁ EM PARADA
para acabar com o vício
Na minha pátria VIrada
PRÓ LADO do precipício.

Mas há sempre cadeiaS
em que tudo é de graça
há sempre alguém NAS AMEIAS
PARA QUE não faltE massa.

Mesmo na noite mais triste
há um SolDADO que rege
há sempre um banco que insiste
há sempre alguém que Te elege.




Do Perufeçor com a dvida venéria.